terça-feira, 14 de dezembro de 2010

És minha escravidão, és a minha liberdade,
és a minha carne que queima
como a carne nua das noites de verão.
És a minha pátria,
tu, com reflexos verde nos olhos,
tu, alta e vitoriosa.
És a minha nostalgia 
de saber-te inacessível,
no próprio momento 
em que te agarro....

                             ( Hikmet, 1933/1963, p.44)

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