quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Não sei dizer qual foi o homem que escreveu isto, se é que foi um homem realmente, mas encontrei este texto na internet e achei ate que interessante:





'O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana. Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'. Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

Habitat: Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

Alimentação correta: Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

Flores: Também fazem parte de seu cardápio - mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Respeite a natureza: Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação... Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso. Não tolha a sua vaidade. É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Só não incentive muito estes últimos pontos ou você criará um monstro consumista.

Cérebro feminino não é um mito: Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram! ). Então, agüente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

Não confunda as subespécies: Mãe é a mulher que amamentou você e o ajudou a se transformar em adulto.

Não faça sombra sobre ela: Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda. (tem gente que já sentiu isso na pele). Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

És minha escravidão, és a minha liberdade,
és a minha carne que queima
como a carne nua das noites de verão.
És a minha pátria,
tu, com reflexos verde nos olhos,
tu, alta e vitoriosa.
És a minha nostalgia 
de saber-te inacessível,
no próprio momento 
em que te agarro....

                             ( Hikmet, 1933/1963, p.44)

Pablo Neruda

"Virás comigo", disse - sem que ninguém soubesse 
onde e como palpitava meu estado doloroso,
para mim não havia cravo nem barcarola,
nada mais que uma ferida aberta pelo amor.

Repeti: vem comigo, como se morresse,
e ninguém viu em minha boca a lua que sangrava,
ninguém viu aquele sangue que saia no silêncio.
Oh! amor, esqueçamos as estrelas com espinhos!

Mas quando ouvi que a tua voz repetia:
"Virás comigo" - foi como se desencadeassem
dor, amor, a fúria do vinho encarcerado
que saísse da sua cantina submersa
e de novo na minha boca senti um sabor de chama,
de sangue e  de cravos, de pedra e queimadura.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Amor vem antes e sexo vem depois, ou não....



Quando contei, na semana passada, que a Rita Lee tinha feito uma música com letra de um artigo que escrevi sobre "amor e sexo", choveram e-mails pedindo o texto. Fiquei feliz com a música (que é linda) e porque me senti coadjuvante dessa luz que ela acendeu na cultura brasileira. Rita é um caso sério. Ela brilha, purpurina, avermelha, cintila, se traveste, cresce e diminui, incha e emagrece mas, no fundo, ela é um caso sério. Ela faz essa visagem toda para nos fazer engolir uma dourada pílula: sua importância cultural e política no País. Rita tirou São Paulo da caretice, foi a guerreira da alegria durante a ditadura pois, em 68, ela estava de noiva, florida, com caras e bocas, mutante, provando que, marchassem ou não os soldados, sua metamorfose continuaria e que sua alegria, alegria, era mesmo a prova dos noves.

Rita não é só para ser ouvida; seus shows são um comício. A liberdade fica ali na cena, de back vocal, enquanto a Pátria, de botas e cabelo punk, dança rock, seguindo-a pelo palco como um Pluft. Eu não entendo de música, mas vejo a Rita aprontando há 30 anos, menina teimosa, sozinha, atacando o óbvio. Mas, seu protesto nunca foi chato, sua superficialidade é profunda.

Como Rita é original... ninguém é como ela no Brasil... Me lembro quando ela criou uma marca no braço, sei lá, "ritalee", como um Chevrolet, Shell, pois ela sabe que não somos um "sujeito único", muito antes dessas pós-modernidades aí. Ela é uma pré-Björk. Ela nunca cantou de um só ponto de vista, porque Rita são várias; no palco, ela parece um conjunto.

Rita é a "mina" das "minas" de Sampa, frágil e corajosa, do balacobaco. Por isso, orgulhoso, atendendo aos e-mails que pedem explicação sobre esses estranhos tremores, gemidos e espumas que chamamos de amor-sexo, "copidesquei" o antigo texto e o republico, com petulante jeito de quem sabe das respostas - ai de mim, pobre pierrô fingindo de arlequim!...

Aí vai o flash-back:

"Amor é propriedade. Sexo é posse. Amor é a lei; sexo é invasão.

O amor é uma construção do desejo. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre com tesão.

Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio ou veneno - depende da quantidade ingerida.

O sexo vem antes. O amor vem depois. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.

No sexo, o pensamento atrapalha.

O amor sonha com uma grande redenção. O sexo sonha com proibições; não há fantasias permitidas. O amor é o desejo de atingir a plenitude. Sexo é a vontade de se satisfazer com a finitude.

O amor vive da impossibilidade - nunca é totalmente satisfatório. O seexo pode ser, dependendo da posição adotada. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrário não acontece. Existe amor com sexo, claro, mas nunca gozam juntos.

O amor é mais narcisista, mesmo na entrega, na 'doação'. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo do egoísmo.

Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do 'outro'. O sexo, mesmo solitário, precisa de uma 'mãozinha'. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até na maior solidão e na saudade. Sexo, não - é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora. O amor vem de nós. O sexo vem dos outros. 'O sexo é uma selva de epilépticos' (N. Rodrigues). O amor inventou a alma, a moral. O sexo inventou a moral também, mas do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge.

O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um cowboy - quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: 'Faça amor, não faça a guerra.' Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas. O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica.

O sexo sempre existiu - das cavernas do paraíso até as 'saunas relax for men'. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provençais do século 12 e, depois, relançado pelo cinema americano da moral cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem - o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção; sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira controlá-lo é programá-lo, como faz a indústria da sacanagem. O mercado programa nossas fantasias.

Não há 'saunas relax' para o amor, onde o sujeito entre e se apaixone. No entanto, em todo bordel, finge-se um 'amorzinho' para iniciar. O amor virou um estímulo para o sexo.

O problema do amor é que dura muito, já o sexo dura pouco. Amor busca uma certa 'grandeza'. O sexo é mais embaixo. O perigo do sexo é que você pode se apaixonar. O perigo do amor é virar amizade. Com camisinha, há 'sexo seguro', mas não há camisinha para o amor.

O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é a lei. Sexo é a transgressão. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo é o sonho dos casados. Amor precisa do medo, do desassossego. Sexo precisa da novidade, da surpresa. O grande amor só se sente na perda. O grande sexo sente-se na tomada de poder.

Amor é de direita. Sexo, de esquerda - ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta."

E, por aí, vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos fazer esquecer a morte. Ou não; sei lá...
(Arnaldo Jabour)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Crônica

O cara diz que te ama, então tá! Ele te ama. Assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas.
Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de quilômetros.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
e vê-lo(a) tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ele(a) fica triste
quando você está triste, e como sorri com delicadeza quando diz que você está
fazendo uma tempestade em copo d’água.
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa
em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que
tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum
se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!


(( Arnaldo Jobour))

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Momento poesia

Segue abaixo duas poesias que recebi do meu ex-noivo que alias é uma graça de pessoa. As duas são do maravilhoso Carlos Drumond de Andrade


Mimosa boca errante

Mimosa boca errante
à superfície até achar o ponto
em que te apraz colher o fruto em fogo
que não será comido mas fruído
até se lhe esgotar o sumo cálido
e ele deixar-te, ou o deixares, flácido,
mas rorejando a baba de delícias
que fruto e boca se permitem, dádiva.

Boca mimosa e sábia,
impaciente de sugar e clausurar
inteiro, em ti, o talo rígido
mas varado de gozo ao confinar-se
no limitado espaço que ofereces
a seu volume e jato apaixonados
como podes tornar-te, assim aberta,
recurvo céu infindo e sepultura?

Mimosa boca e santa,
que devagar vais desfolhando a líquida
espuma do prazer em rito mudo,
lenta-lambente-lambilusamente
ligada à forma ereta qual se fossem
a boca o próprio fruto, e o fruto a boca,
oh chega, chega, chega de beber-me,
de matar-me, e, na morte, de viver-me.

Já sei a eternidade: é puro orgasmo.




A língua lambe

A língua lambe as pétalas vermelhas
da rosa pluriaberta; a língua lavra
certo oculto botão, e vai tecendo
lépidas variações de leves ritmos.

E lambe, lambilonga, lambilenta,
a licorina gruta cabeluda,
e, quanto mais lambente, mais ativa,
atinge o céu do céu, entre gemidos,

entre gritos, balidos e rugidos
de leões na floresta, enfurecidos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Amigos



Serra do Rola Moça















Eu e o meu Tchutchuco lindo, meu parceiro,
confidente e meu acompanhante nas baladas,
festas, botecos e zuações e logo meu par no
casamento da Stelinha...kkkk

Pouca Vogal


Dia Especial

(Pouca Vogal)
Se alguém já lhe deu a mão
E não pediu mais nada em troca

Pense bem

Pois é um dia especial


Eu sei que não é sempre que a gente encontra

Alguém que faça bem e nos leve desse temporal

O amor é maior que tudo

Do que todos até a dor se vai


Quando o olhar é natural

Sonhei que as pessoas eram boas

Em um mundo de amor

Acordei nesse mundo marginal


Mas te vejo e sinto

O brilho desse olhar que me acalma

Me traz força pra encarar tudo

O amor é maior que tudo, do que todos, até a dor


Se vai quando o olhar é natural

Sonhei que as pessoas eram boas

Em um mundo de amor

E acordei nesse mundo marginal

terça-feira, 31 de agosto de 2010

TIA LINDA















TITIA MADAH SEMPRE LINDA E INCRÍVEL....AMO DEMAIS!!!!!!!!!!!!!!

CORSETS




ESSES SÃO ALGUNS DOS VÁRIOS MODELOS DE CORSETS DA MADAME SHER
PEÇAS INCRÍVEIS...

SE ALGUM DIA QUISER ME AGRADAR DÊ-ME CORSET, POIS ELES SÃO MINHAS MAIORES PAIXÕES...




Fez apaixonar-me por ti
E eu iludida me entreguei,
Razão deixada de lado
Nas conseqüências, não pensei
Ato insano e desvairado,
Que por amor se justifica
Nesse jogo, fiz minha aposta,
Empenhei ate minha alma
Da aposta que eu fiz,
Só com dor fui paga
Onde esta aquele amor que um dia me jurastes?
Dele nada restou, ou nunca me amastes?


Laços ou Nós Afetivos?


Psicóloga Flávia Machado

Toda relação é dinâmica. Relação é a capacidade de estar sempre dando novos laços (re-lação). Muitas vezes, quando estamos nos relacionando afetivamente, parece que estes laços tornam-se nós difíceis de desatar.

É comum as pessoas se relacionarem a partir de suas próprias referências pessoais, expectativas e ideais. Porém, o laço vira nó, se este ponto de vista se transforma em uma forma rígida de relação, onde se espera que o outro corresponda a essas expectativas plenamente. E um equívoco esperar no outro a "cara metade" ou a "alma gêmea", como se, ao encontrá-la, nos tornássemos completos, estáveis e seguros.

Na psicoterapia existencial o psicólogo remete a pessoa a se compreender em suas relações. E, geralmente quando uma relação afetiva não está indo bem, percebe-se um engano da pessoa em depositar no outro a responsabilidade de sua felicidade ou infelicidade. Isto ocorre porque não estamos acostumados a nos ver como seres únicos, sós e lives no mundo. Solidão e liberdade são temas dos filósofos Heidegger e Sartre, nos quais a psicoterapia existencial se fundamenta. Muitas vezes, procuramos em nossas relações afetivas aplacar a angústia e o desconforto que é assumir a própria existência. E dói muito admitir isso. É mais fácil esperar alguém que nos tire dessa posição solitária e responsável, um alguém que pelo simples fato de nos amar atenderia nossas necessidades e nos completaria como num passe de mágica.

A pessoa que escolho para me relacionar afetivamente sempre será uma pessoa diferente de mim. Segundo o psicólogo Jadir Lessa: "Todos somos diferentes uns dos outros. Não é só na impressão digital. Mais ninguém pode ser eu. Exclusivamente a mim cabe ser a pessoa que sou. Mais ninguém além de mim, vê o mundo pelo mesmo ângulo em que eu o vejo. Portanto ninguém pode compreender plenamente outra pessoa"*. Da mesma forma ninguém atenderá à todas as minhas expectativas, porque ninguém é igual a mim. Mais que na aparência, somos diferentes na forma de pensar, sentir e agir. Somente eu sou responsável pela expectativa que tenho. Continuando seu pensamento o psicólogo Jadir essa conclui: "O outro quando me ajuda, faz do jeito dele. Não é do meu jeito. Portanto, nâo me satisfaz plenamente. Só encontro plena satisfação realizando as minhas coisas eu mesmo"*. O mesmo acontece nos relacionamentos afetivos, quando o outro me ama o faz do jeito dele, que não é igual ao meu jeito. E muitos conflitos surgem das infindáveis tentativas de um tentar encaixar o outro no seu jeito de amar. Se a pessoa se deixa encaixar no jeito do outro, então o laço vira nó, enrijece, perde a "folga" que deve existir na relação. Justamente a folga do laço, uma certa distância, que garante que cada um mantenha sua individualidade, reconheça-se e diferencie-se na relação.

Se esperamos união (nó) com o outro para o alívio da solidão, a relação poderá ser marcada por ciúmes dependência exigências, controle, possessividade e perda das singularidades.

Uma das caracteristicas mais marcantes do laço, talvez seja a sua possibilidade constante de se desfazer. O nó não se desfaz tão facilmente quanto o laço. E por isso mesmo, se pensarmos a relação como laço, poderemos perceber que nos relacionamentos de pessoas autênticas e livres, este pode se soltar, não constitui uma ameaça, mas sim, em uma forma de compromisso verdadeiro.

A relação deveria ocorrer entre duas pessoas que desejam compartilhar o sentimento mútuo de amor e não compensar faltas e insatisfações pessoais. Somente uma pessoa que se realiza como um indivíduo singular, que enfrenta e aceita a solidão e a liberdade como condições da existência, poderá estar com o outro sem cobranças, amando-se e amando o outro, respeitando as diferenças e assim formando um laço com toda sua harmonia e beleza.

* LESSA, Jadir M. Técnicas Psicoterápicas. Editora da SAEP, Rio de Janeiro: 2000.

Psicóloga Flávia Machado
Psicoterapeuta Existencial
Monitora da SAEP

Jornal Existencial - http://www.existencialismo.org.br/, acesso em 31 de agosto de 2010

Anime

Adoro animes

TIA CERISE



Deusa perfeita e incomparavél,

tua beleza é de raro valor.

Ela seduz e me domina,

por isso preso a ti estou.

Não são as algemas que me prendem,

talvez seja teu olhar envolvente,

ou mesmo a luz radiante

que parte destes ruivos cabelos em chamas.

Não quero alforria ou liberdade

Nada disso me interessa

minha alegria consiste em servir apenas a Ela.

Lamber teus pés, ser esmagado pelos teus sapatos,

amordaçado, chicoteado, humilhado,

tudo que minha Deusa exigir.

Submisso, me prostro em adoração

A Deusa perfeita, que com teu sorriso contagiante

Cativou o mais duro coração

Me fazendo em brasas arder

Que fez até mesmo Afrodite temer.



(FEITO ESPECIALMENTE POR MIM A ESSA PESSOA INCRIVEL QUE É TIA CERISE)

DOMME MADAH


Deusa perfeita e insuperável
És fonte de paixão e devoção constante.
Tua beleza seduz e fascina,
Mas são téus pés a credencial da sensualidade
Eles seduzem e hipnotizam,
Fazem emanar uma forte atração.
Que não resta opção a teus seguidores,
A não ser prostar-se em adoração.
Querem ser o chão que tú pisas,
Querem lamber a sola dos teus pés.
Os teus sapatos são véus
Que ocultam sedutoramente
Provocando o imaginario e o
DESEJO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



(FEITO POR MIM ESPECIALMENTE A TITIA MADAH )

Novo visual


Depois de muito tempo resolvi mudar um pouco meu visual